Diversidade e inclusão na moda: uma tendência que veio para ficar

Diversidade e inclusão na moda são tendências cada vez mais fortes no dia a dia das passarelas. Grandes grifes estão diversificando seus castings e convidando modelos que fogem do padrão convencional para seus desfiles.

Pensando nisso, no post de hoje, trazemos informações relevantes que explicam porque a diversidade e a inclusão são tendências que vieram para ficar. Continue a leitura e saiba mais!

A influência das novas tecnologias

A moda e a mídia como um todo são responsáveis pela criação de certos modelos estéticos e de padrões de beleza impostos pela sociedade. Sabemos que mulheres brancas, altas e magras são aquelas que dominaram as passarelas, geração após geração.

Entretanto, as coisas estão mudando. Com as novas tecnologias e o uso da internet e das mídias sociais, pessoas de grupos que até então tinham pouca ou nenhuma representatividade passaram a ter suas vozes ouvidas, e isso vem impactando diretamente as tendências no mundo fashion.

Os representantes de diversidade e inclusão na moda

Um grande marco que podemos citar, na questão da diversidade, foi o sucesso da supermodelo Naomi Campbell que, nos anos 90, abriu portas para os negros no mercado fashion e enfrentou o preconceito daqueles que estavam acostumados a ver desfiles apenas com modelos brancos.

Nos últimos anos, a moda para “mulheres gordinhas” ou que estão apenas uns quilos acima do peso considerado como padrão também ganhou força. O termo “plus size” vem se popularizando e já faz parte da coleção de grandes grifes e estilistas.

Mas as tendências não param por aí. Nas passarelas de grandes eventos — tanto nacionais, como o São Paulo Fashion Week, quanto ao redor do mundo —, já podemos ver perfis de indivíduos que antes não participavam deles, tais como: mulheres mais velhas, público LGBT, pessoas com alguma deficiência física, entre outros.

Diversidade e inclusão na cultura pop

Essas tendências de inclusão das “minorias” podem ser observadas não apenas no mundo fashion, mas também na cultura pop como um todo. Atualmente, essa mudança está nas letras das músicas, nas novelas, nos filmes, nas propagandas e nas capas de revistas.

Grandes grifes e empresas também já perceberam que é possível ter lucro ao criar produtos para certos nichos da população que antes eram desprezados.

A tendência da diversidade e inclusão veio para ficar

Mas será que a diversidade e inclusão no mundo fashion é algo que veio para ficar? Com certeza, podemos afirmar que sim. Já faz alguns anos que percebemos uma transformação no mercado como um todo, e, nesse sentido, não há mais como regredir. Embora ainda haja alguma resistência por parte de grupos mais conservadores, com o passar do tempo, ela vem perdendo força.

A própria legitimação desses grupos na sociedade, a mudança de mentalidade da população e uma postura mais crítica sobre aquilo que se considera como padrão a ser seguido aumentaram a flexibilidade dos biotipos que encontramos como representantes de moda.

E então, gostou de saber mais sobre diversidade e inclusão na moda? Deseja que seu filho trabalhe com moda também? Entre em contato com a gente e saiba tudo o que você precisa para fazer isso da melhor maneira!

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