Por que a carreira de modelo ainda é vista com preconceito por muitos?

A profissão de modelo é associada ao glamour, à fama e ao sucesso. Porém, o preconceito ainda reina por trás dos flashes e das passarelas, de pessoas próximas ou até de desinformados sobre a realidade do mundo da moda.

Essa discriminação tão enraizada na sociedade pode causar danos sérios, afetando a autoestima e o desempenho de quem trabalha no ramo.

Vamos mostrar agora como identificar a realidade dessas situações e como o profissional pode se preparar para enfrentá-las.

Reação negativa da família e dos amigos

Quando um jovem anuncia para as pessoas mais próximas o desejo de seguir carreira na moda, muitas vezes não encontra a aceitação que espera logo de cara.

Os familiares e os amigos ficam receosos por conta das exigências da área e também devido às viagens para lugares distantes e à exposição excessiva na mídia. A principal preocupação é: como o futuro profissional reagirá a tudo isso?

Assim, um bom preparo para lidar com experiências diversas é fundamental. É preciso entender o que o mercado oferece, quais são os momentos de diversão, quais os desafios que serão enfrentados e ainda aprender a ter disciplina.

É nesse momento que a agência entra em ação, oferecendo orientação e se comprometendo com a formação de profissionais conscientes e seguros de si.

Imposição de padrões estéticos é o principal preconceito na moda

Durante um tempo, o padrão estético no mundo da moda foi o da magreza, da cor de pele branca e dos olhos claros. Modelos que não possuíam essas características enfrentavam preconceitos, e muitos não conseguiam lidar com a pressão de não ter o corpo perfeito.

Já entre os consumidores, não havia conexão com as campanhas — as pessoas não se sentiam representadas, pois o padrão estampado não condizia com a realidade da maioria.

Em uma tentativa de mudar esse cenário, as marcas passaram a contratar profissionais que possuíssem atributos considerados fora do padrão. A procura por modelos negros, plus size ou com traços diferentes cresceu, provando que a beleza nada tem a ver com o peso ou com a cor da pele.

Dentro desse quadro, as amigas australianas Kate Wasley — que é plus size — e Georgia Gibbs — que é magra — têm se destacado em campanhas, posando juntas para tentar quebrar os estereótipos do mundo da moda.

Outro exemplo é Winnie Harlow, manequim canadense e portadora de vitiligo. Ela participou do reality show America’s Next Top Model e fez sucesso, chegando inclusive a estrelar videoclipes do rapper Eminem e da cantora Sia.

Restrição com relação ao gênero

Por ser considerada uma profissão predominantemente feminina, modelos masculinos enfrentavam preconceito na área. Essa realidade mudou e atualmente há cada vez mais espaço para os homens no mundo da moda.

A cada dia surgem mais marcas, blogs e veículos exclusivos para homens. O segmento está crescendo, mostrando que eles também podem e precisam se cuidar e se vestir bem. Não é mais uma questão de aparência, mas de bem-estar e de saúde.

Uma das consequências do preconceito na moda é a dificuldade de lidar com ele, juntamente com a pressão que o mercado exige. Mas muitas transformações estão ocorrendo e muitas mais estão por vir, sobretudo por conta do trabalho de profissionais cada vez mais comprometidos em atender o que o público e os próprios modelos pedem.

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1 comentário

  1. Fernanda 25 abril, 2017 at 19:09 Responder

    Fernanda Bubolz Briao tenho perfil de modelo 178 altura 88 quadril 86 cintura 56 kg cabelo castanho escuro pele clara olhos verdes azulado

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