Modelo plus size: quais as exigências desse mercado?

Ninguém é igual. São diferentes tons de pele, feições, cores de cabelo e formatos de corpo que representam a diversidade do ser humano. A modelo plus size — depois de muitos anos — vem conquistando o seu lugar no mundo da moda, mostrando como as curvas não precisam competir com a magreza e provando que a beleza existe em diferentes formas.

Só que não basta vestir manequim acima do 44 para fazer uma bela carreira. É preciso conhecer e atender aos requisitos do mercado. Quer saber quais são esses requisitos? Continue a leitura para descobrir!

O crescimento do mercado plus size

A moda está sempre mudando, pronta para atender ao mercado. Basta pensar que, antes dos anos 1990, praticamente não se viam negras nas passarelas e revistas, mas hoje a presença vem se tornando cada vez mais comum — e celebrada!

O mesmo se dá com a modelo plus size. Antigamente, quem vestia acima do 42 precisava se contentar com as poucas opções disponíveis (inclusive nos quesitos lingerie e moda praia). Até mesmo as tendências ignoravam os manequins maiores, reforçando a ideia de que curvas não eram bem-vindas.

Com o tempo, as pessoas começaram a perceber que esse biotipo não era necessariamente uma referência à obesidade e à doença. Na verdade era apenas um formato diferente que precisava de atenção, assim como os magros, com busto grande ou quadril largo, para ser elegante e estiloso.

As lojas, hoje em dia, oferecem seleções cada vez maiores de tamanho e modelagens. Com isso cresceu a necessidade das grifes e marcas encontrarem modelos que possam apresentar os novos looks e representar a beleza o mundo plus size.

As exigências para ser modelo plus size

Mas não adianta pensar que o mercado não tem exigências e qualquer pessoa que vista manequins maiores pode seguir carreira. Na verdade, o processo é bem parecido com o de modelos tradicionais, o que muda são as características. Veja as principais!

Altura

Esta é a maior vantagem que a modelo plus size tem em relação às modelos tradicionais. A altura exigida pelo mercado varia entre 1,65 e 1,90 m, dependendo do tipo de trabalho. As mais altas costumam ser as melhores escolhas para a passarela, mas existe flexibilidade.

Manequim

Embora o plus size se refira aos manequins do 44 ao 62, a maior procura é pelas profissionais que vistam do 46 ao 52. A preocupação é não fazer apologia à obesidade, um distúrbio que — como a anorexia — aumenta o risco de problemas de saúde.

Proporção

Assim como as modelos tradicionais, as plus size devem ter medidas proporcionais e cintura marcada — o famoso corpo de violão.

Aparência

Todas as modelos profissionais devem ter sempre muito cuidado com a aparência. Cabelos sedosos e hidratados, pele lisinha são requisitos fundamentais para cliques ou desfiles. Para quem está começando — ou se sente inseguro — a dica é investir em uma boa consultoria em imagem e no visagismo.

Também vale — muito! — a pena, aprender a se vestir de acordo com o seu biotipo.

Saúde

Vamos abandonar a ideia de que quem veste manequins maiores é fraco e flácido. Corpos sadios e tonificados são essenciais, até para conseguir aguentar o pique e a rotina de trabalhos e castings. O cuidado com a alimentação é igualmente importante, pois a comida é o nosso combustível (quanto melhor a qualidade, menores os problemas).

A importância das referências

Que tal finalizar apresentando algumas das principais modelos plus size da atualidade?

A primeira da lista é Ashley Graham, norte-americana, conhecida como a Gisele Bündchen plus size. Já apareceu nas principais capas de revista, incluindo Vogue, Harper’s Bazaar, Glamour e Elle.

A segunda é Tess Holliday, que além exercer a profissão de modelo é uma ativista em defesa da autoconfiança da mulher.

A última da lista é a brasileira Fluvia Lacerda, que acaba de lançar o livro “Gorda não é palavrão”, no qual conta sua história e ensina outras mulheres a se orgulhar do próprio corpo.

Agora é aproveitar as ferramentas para fazer o seu plano de carreira e se tornar uma modelo plus size, conquistando trabalhos pelo Brasil e — quem sabe? — pelo mundo.

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